sexta-feira, 15 de julho de 2016

     Meus desenhos     
Minha terapia  







Carta ao meu amigo analista.

A tempos estou buscando o meu equilíbrio, minha melhor versão.
Confesso que não imaginava que esta empreitada ou melhor esta batalha seria tão árdua.
Nesta minha peleja, a algumas vitórias sim ,mas ainda á derrotas. e muitas ainda nem foram admitidas .
E hoje ,neste momento deparei com (UM) que talvez estava adormecido ou camuflado dentro, deste meu campo de batalha .
O pior nem sei se ė aliado ou adversário. Este que me apresentou como uma postura de ser idealista, revolucionário, socialista,corajoso, inteligente ......
E ele contemplou momentos fantástico.
Como cantar a marselhesa diante da bastilha.
Ser comparsa de Zapata.
Apaixonou pelo idealismo de Ernesto Guevara.
Conheceu e encantou com comunismo .
Tem um lado da esquerda forte.
Sei e apreendi que adversários como este ,temos que torna-los aliados .
Como fazer com que um guerrilheiro acostumado com o fevor das guerrilhas, pelejar junto em favor do equilíbrio.
Como apresentar a ele:
Kardec,Buda,Jung,Floyd ,Chico,....
Como explicar novas teorias .
À caro amigo analista, como?



quinta-feira, 24 de março de 2016

E nessario amar!

Que eu faça um mendigo sentar-se à minha mesa, que eu perdoe aquele que me
ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome de Cristo, tudo isto,
naturalmente,
não deixa de ser uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos meus irmãos é ao
próprio Cristo que faço. Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor,
o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus
caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, sou eu mesmo, e precisa da
esmola
da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?" - Carl
Gustave Jung

tentando entender para depois compreender