quinta-feira, 24 de março de 2016

E nessario amar!

Que eu faça um mendigo sentar-se à minha mesa, que eu perdoe aquele que me
ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome de Cristo, tudo isto,
naturalmente,
não deixa de ser uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos meus irmãos é ao
próprio Cristo que faço. Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor,
o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus
caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, sou eu mesmo, e precisa da
esmola
da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?" - Carl
Gustave Jung

tentando entender para depois compreender